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Catedral de São Paulo

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Catedral de São Paulo

Mensagem por Miguel C. Harper em Sex 20 Jan 2012, 13:35




A Catedral de São Paulo

Londres



A Igreja Catedral de São Paulo, o Apóstolo, mais conhecida como Catedral de São Paulo, (em inglês St Paul's Cathedral) é uma catedral anglicana em Ludgate Hill, na cidade de Londres, na Inglaterra. É a sede do Bispo de Londres.
O edifício actual, projecto a cargo do arquitecto Christopher Wren, data do século XVII e é geralmente considerado como a quinta Catedral de São Paulo, embora o número possa ser maior se todas as reconstruções medievais forem contadas como uma nova catedral. A catedral é atualmente um dos sítios de maior visitação na cidade de Londres. Foi também nesta catedral que Charles, Príncipe de Gales, casou-se com Lady Diana Spencer, em 1981. A cúpula da catedral é a segunda maior do mundo (só sendo ultrapassada pela Basílica de São Pedro) e dela se tem uma visão ampla de Londres.

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Re: Catedral de São Paulo

Mensagem por Léon Belucci Karnstein em Dom 31 Mar 2013, 02:20


Os dias passavam tão lentamente, que de certa forma, deixava-me um tanto irritado. Um ser tão calmo se irritando com o tempo... Que estranho, não é? Mesmo vivendo há tanto tempo, ainda sim, a raiva floresce de dentro de mim. Por muito tempo sonhei com algo como “fim”, mas, agora, só tenho o além, e um fim inalcançáveis. Há muito o medo do fim se foi dando total domínio à felicidade de poder viver sem ter um prazo de vida. Algo que lhe permitirá viver em tempo determinado pelo destino, como alguns chegam a dizer. Talvez você viva bastante, talvez não. Dependerá acima de tudo, da sua própria sorte. Imortalidade... A graça desta palavra nunca deixará o meu ser, abrindo alas á sorrisos toda vez que a pronuncio. A melhor parte disto é poder ter a pessoa amada para todo o sempre ao meu lado. Assim como eu, sua vida tornou-se fria... Tão frio quanto seu próprio corpo. Porem, isto apenas lhe concedera mais beleza, poder... Tornou-se ao fim, uma verdadeira Deusa. Aquela que brilha tão bem quanto o sol, independentemente de qualquer outra coisa.

Olga e eu estávamos em Londres, como era de costume, mesmo tendo residência fixa em Forks. Gostávamos de visitar a cidade em que nos conhecemos, e nos casamos, enquanto mortais. As lembranças de quando éramos apenas adolescentes a procura de diversão, nada mais, nada menos; eram ainda sim, muito presentes. Uma época de grandes descobertas, diversões... Um tempo realmente inesquecível. Sei que voltar no tempo é algo impossível de se fazer, até para nós, vampiros, seres frios, poderosos, e extremamente temidos por todos. Até mesmo aqueles que dizem não acreditar em nossa existência, tremem, mesmo que por um breve momento, ao falar de nossas virtudes. Sim, temos virtudes. Porque não? Donos de grande beleza, força, velocidade... São muitas as nossas qualidades. Defeitos? Bom, acho que apenas uma. Nossa sede insaciável. Como sempre, muitos iam e vinham de vários locais da grande e bela Londres. Em meio ao grande tumulto, Olga e eu andávamos, mantendo um semblante frio, porem, agradável apenas para nós mesmos. Assim como muitos casais, gostávamos de freqüentar vários locais, mesmo que em horários um tanto “impróprios”.

Não demorou muito para que chegássemos ao nosso destino. A Catedral de São Paulo. Local em que fora realizado nosso casamento. Ah... Eu ainda me lembro muito bem do ar alegre que se mantivera ao meu redor. Mesmo diante de piadas horríveis, eu poderia rir de uma forma animada. A brisa baterá, trazendo consigo, algumas imagens do passado. Apenas lembranças momentâneas, e curtas. Nada muito importante. – Continua da mesma forma, não é? Linda... – Soltei algumas palavras ao parar em frente à catedral. O silêncio já se mantinha entre nós em um tempo considerado longo, eu precisei quebrá-lo. Mantive meu olhar sobre a catedral durante um curto período de tempo, desviando-o e o concentrando em Olga, que estava ao meu lado. – Quase tão linda quanta você, querida. – Sorri, deixando meu semblante um tanto mais agradável, e humano para aqueles que passavam, e de uma maneira um tanto tímida, me direcionara o olhar.


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Re: Catedral de São Paulo

Mensagem por Rebekah Von Karnstein em Dom 31 Mar 2013, 03:09

O nosso casamento...

Leon e eu estavámos em Londres, nosso local favorito no mundo, e com motivos é claro. Onde nos conhecemos, namoramos, noivamos e casamos, quer motivos maiores que esses? Para alguns Veneza é a cidade dos apaixonados, para nós, Londres é a nossa cidade dos apaixonados. Onde em nossa juventude a muito para trás na história, nos fez viver intensamento nosso amor por cada canto dessa linda cidade que nos rodeia hoje.

Catedral de São Pedro, o ápice de nosso amor eterno e incondicional, me lembro como se fosse hoje... O nosso casamento.

“Era um lindo pôr-do-sol de um domingo, adentrei na igreja toda vestida de branco, lábios e bochechas coradas tomada pelas emoções, acompanhada de meu pai caminhei através do corredor entre os bancos lotados de familiares, amigos e comunidade até o altar, ah, o altar... Onde meu lindo e magnífico noivo e futuro marido me esperava todo bem arrumado com seu sorriso gentil nos lábios com o olhar apaixonante, ao vê-lo assim, sorri automaticamente, como não sorrir? Um anjo daquele envelheceria ao meu lado e nos amaríamos muito. Ao chegar ao altar, meu pai lhe deu minha mão, senti seu toque quente sobre minha pele logo após seu suave beijo em minha testa, como sempre fazia com carinho. Ambos, um ao lado do outro, na frente de toda a assembléia da igreja e do padre diante da pergunta épica, a única resposta que pude ter fora ‘Aceito, pra todo sempre!’, e a de Léon não fora diferente ‘Com todo meu amor!’, consumando nossos votos de amor eterno. Prostrados um defronte ao outro com um singelo beijo, simbolizando nosso amor real e puro abençoado por Deus e todos os anjos de seu reino.”

Tais lembranças me encheram a cabeça, de tal forma que mau tinha reparado que chegamos a Catedral, sorri ao vê-la novamente, uma sensação de felicidade, de humanidade me tomou por alguns instantes... Sorrindo olho para Léon ao meu lado concordando com um leve aceno de cabeça - Sim, ainda perfeita como há séculos atrás! - Aperto um pouco mais forte o braço de Léon que eu segurava, como que pedindo uma certa força para adentrar na Catedral, onde foi um de meus últimos momentos como humana. Com o singelo elogio de meu marido, se fosse humana poderia até corar, como sempre um romântico. - Obrigado querido... - Digo me pondo nas pontas dos pés para lhe dar um tímido beijo antes de adentrarmos na Catedral.

Entramos na Catedral com alguns olhares dos humanos ao nosso redor, de fato por sermos um casal perfeito juntos, somos absurdamente bonitos, o que faz chamarmos sempre atenção a onde quer que vamos somos alvos de holo-fortes pelos mortais.

Por dentro a Catedral tinha mudado um pouco, pouca coisa sim, mais ainda tinha o mesmo ar do dia do meu casamento, através dos séculos que se passaram, dos ocorridos, das reformas, tudo ainda parecia intacto como antes, era como se eu estivesse em um conto de fadas. - Ursinho, ainda me lembro de você ali parado todo bobo me vendo entrar na igreja, como se tivesse ganhado na loteria. - Digo em um tom brincalhão para Léon. Mesmo que tenha sido eu a ter o ganho na loteria, por ele ter me escolhido para casar e ainda mais nós termos ganhado essa benção, ou por algumas vezes, maldição e termos a imortalidade.




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Re: Catedral de São Paulo

Mensagem por Léon Belucci Karnstein em Dom 31 Mar 2013, 18:01


Humanos... Tão previsíveis em suas ações, principalmente quando sobre o efeito de fortes sentimentos como o amor, e o medo. Tão frágeis, e incapazes... Hoje em dia, apenas o seu sangue me mantém por entre a grande confusão humana. Em passos tão leves quanto uma pluma, e calmos como a brisa que tanto viaja por Londres, adentrei a catedral ao lado de minha bela mulher, Olga. Os seres que ainda sim, mantinham em seu corpo o calor humano, nos direcionaram o olhar. Surpresos com o nosso semblante um tanto incomum, e nossa beleza que rompe barreiras. Somos admirados por muitos, até por aqueles que se escondem nas sombras da noite. Carregava comigo, um minúsculo sorriso em meus lábios. Quase que invisível; mas, ainda sim, se encontrava visível para aqueles com boa visão. Há séculos que aprendi a controlar minha vontade de avançar em um daqueles seres que ali estavam presentes, que antes, era descomunal. Era fim de tarde, e por tal motivo, a luz solar que adentrava o local por entre as várias vidraças, diminuirá pouco a pouco.

De uma forma tímida, meu olhar vasculhara o local atrás de mudanças notáveis, o que não foram muitas. Mesmo depois de muito tempo, a Catedral carregava consigo, o mesmo ar que tanto agradara a muitos, no dia de meu casamento com Olga. De uma forma ligeira, levei minha até a de Olga, segurando-a. Com um sorriso um tanto sem jeito, direcionei meu olhar para minha mulher. – Bom, querida, na verdade, quem ganhou na loteria fui eu. – Manteve o sorriso desajeito em seus lábios. Olga é bem mais bonita que eu, e isso não se nota com dificuldades. Ter encontrado uma mulher como esta em minha vida humana, foi tão bom quanto ganhar em uma loteria, ou algo assim. – Mas... – Continuei, desviando o olhar, e montando um sorriso que carregava em si uma, certa, arrogância. – Confesso que você teve sorte em achar um homem como eu. Belo, romântico... Nada melhor, não? – Gargalhei de uma forma moderada, e baixa. Já tínhamos a atenção de muitos ali, não precisávamos de mais.

De uma forma calma, caminhamos até o assento mais próximo. Precisávamos nos sentar, as pessoas ali não sabiam manter a linha enquanto a expressão de “surpresa” ao nos ver. Alvos de maneira incomum, talvez isso tenha chamado a atenção de tais, em maior parte. Mesmo em uma cidade onde muitos têm a pele bem clara, eles se mantinham surpresos. Espero que não desconfiem de nada, caso contrário, teria que sumir com seus corpos. – Ainda me lembro de como sua mãe estava uma mala naquele dia... – Soltei tais palavras de uma maneira calma, e distraída. Ela de certa forma iria me dizer algo como “tenha mais respeito!”, mas, eu adoraria vê-la um pouco irritada. Sua feição fica ainda mais perfeita neste momento.


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Re: Catedral de São Paulo

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